O cientista Mark Shriver, da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, acredita que através de uma pequena amostra de DNA é possível montar uma espécie de "retrato falado" de alguém, algo que pode revolucionar o campo de investigações.
Segundo o site The Inquirer, a invenção de Mark Shriver se baseia no mapeamento de genes ligados à pigmentação da pele e já foi usado para ajudar a condenar Derek Todd Lee, um assassino em série na Flórida, indicando que o suspeito era negro e não branco como afirmavam as testemunhas.
Agora, Shriver quer ampliar o poder da ferramenta, mapeando e explorando também os genes que definem o formato facial de uma pessoa.
O cientista realizou uma extensa pesquisa genética de traços de diferentes origens, que facilitou a criação de um banco de dados complexo, que misturado com o mapeamento dos genes da estrutura facial permitiria criar uma imagem da face de um suspeito, noticiou o site Daily Mail.